A nova cara da comunicação

A revolução da mídia em massa está aí, nos meios, nas formas, nas ideias. Os profissionais de marketing, publicidade, jornalismo e mídias sociais precisam entender e dominar as novas ferramentas e multiplicidades da comunicação atual.

A efetividade de uma mensagem/propaganda/ideia continua sendo imprescindível, estratégica, vital. Do alarme dos homens das cavernas aos seres digitais conectados, antenados, ela está aí, mais presente do que nunca, transmitindo informações e fazendo vibrar os fios nervosos de pessoas e suas redes sociais interligadas.

Segue uma descrição desta face formada com base na web e sua teia infinita de usuários, monitores, tablets e smartphones. O movimento e as reações instantâneas de milhões de pessoas compõem as expressões deste rosto que precisamos decifrar e entender:

Olhos: para ver e mostrar

Em vídeo e música, interligados, o ritmo é acelerado e fragmentado (videoclip, caseiro, instantâneo). Tudo é para ser dito e visto logo, objetivamente, intensamente, cara  a cara.

Não basta convencer, vender, explicar, é preciso arrebatar as pessoas, tornar-se viral.

Ouvidos: para ouvir e entender

Na web os indivíduos tornam-se pró-ativos. Qualquer um tem interesse nas coisas, mas menos tempo a perder, tornando-se por isso mais exigentes. Todos querem escutar e fazem questão de serem ouvidos também.

É preciso dar atenção especial e única, pois cada um deles individualmente está ligado a muitos outros que rapidamente podem espalhar suas impressões positivas ou negativas sobre qualquer assunto/produto/serviço/opinião.

Boca/Fala: para se colocar e fazer presente

Quem fala e quem escuta têm a mesma importância. Não há hierarquia ou desnível (diplomas, cargos, raça, sexo, poder). Não importa se é 1 ou 1 milhão, eles usam o poder da informação e da rede a seu favor contra o sistema, a empresa, a instituição, o estado, contra quem for que estiver na frente.

É preciso dar voz, dialogar, abrir canais, fazer a interação.

Mente: o valor das escolhas

Entre milhões de opções a escolher, os tipos de forma e informação são expostos e testados por escolhas e acessos em tempo real. Visitantes únicos e pageviews determinam fracasso e sucesso instantâneo em negócios, ideias e meios de consumo.

É fundamental renovar/elaborar/criar conteúdo, produto e/ou serviço personalizado, diferenciado, simples ou inovador, mas único.

Que cara então, é essa?

É uma cara nova, dinâmica, uma esfinge que muda sua questão e interesse a cada dia. Em termos de comunicação, esta era digital e interativa não quer mais a passividade do slogan, da mensagem pronta, do conteúdo embalado em mídias pagas; é preciso ter espontaneidade e gerar experiências reais de convívio, apreciação, admiração. Todos aqui são atores e querem subir no palco.

Não existe mais mídia dominante, mas o uso planejado e associado de mídias complementares. No vídeo, na web, na rua, na mensagem de texto, nas redes sociais, tudo se propaga e reverbera em diferentes escalas. O conteúdo tem que ser dinâmico e gerar movimento.

Nunca fomos tão bombardeados a todo instante por textos, vídeos, sons e imagens.  O que não for boa comunicação será apenas barulho, mancha ou lixo na multidão.
Fonte: www.pontomarketing.com/

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