DESTAQUE PARA A PROFISSÃO

A Profissão de Relações Públicas é destaque em Jornal Estado de Minas no primeiro dia do ano

PROFISSÃO/RELAÇÕES PÚBLICAS
Mercado promissor
Cada vez mais valorizado, profissional cuida da comunicação estratégica em empresas e instituições

Carolina Lenoir

PROFISSÃO/RELAÇÕES PÚBLICAS

Se a primeira impressão é realmente a que fica, nada mais compreensível do que as empresas investirem em profissionais que garantam a melhor representação possível. É papel do relações públicas resguardar e melhorar a imagem de uma empresa ou instituição, traçar estratégias da política de comunicação da companhia e desenvolver o relacionamento institucional com os públicos específicos.O mercado tem se mostrado cada vez mais aberto a esse profissional. Um estudo realizado pelo Databerje, instituto de pesquisa da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje), mostrou que houve mudanças tanto em relação à formação acadêmica daqueles que trabalham na área quanto à posição que ocupam no organograma da instituição. Em 164 empresas ouvidas, a participação de profissionais de relações públicas passou de 15,4% em 2005 para 22% em 2007 e em 53% dos casos, as diretorias e gerências de comunicação interna ficam sob a responsabilidade de comunicadores e relações públicas.Para Valdeci Ferreira, presidente do Conselho Regional de Relações Públicas (Conrerp) 3ª Região, que abrange Minas Gerais, Bahia e Espírito Santo, isso é sinal de que, finalmente, o mercado está reconhecendo a excelência do relações públicas para lidar com questões como a gestão da imagem. “A comunicação estratégica precisa de um profissional qualificado. Ele é necessário em qualquer organização, da pequena à grande empresa”, afirma Valdeci. Para ele, não só há espaço para todo mundo, como falta gente para preenchê-lo. “O que falta, às vezes, é a personificação, ou seja, o profissional acreditar em si próprio e na profissão.”

MUDANÇA
A expectativa é de que, em cinco anos, essa visão mude e trabalhar como relações públicas passe a ser super valorizado. O momento, então, é propício para reflexões, como as apresentadas no seminário “Inserção e diversidade para a co-responsabilidade – as relações públicas no cenário social”, realizado no início do mês. “O discurso que a profissão é desvalorizada não cabe mais. Quem quiser ser um relações públicas tem que ter um perfil estrategista, ser articulador e pró-ativo. A missão não é só informar, mas trazer o público para o cerne das decisões organizacionais.”
Facilidade em estabelecer contatos, conhecer pessoas, ter habilidades de gerência e saber outras línguas também são características fundamentais. Órgãos públicos, escolas, instituições de saúde, empresas privadas e agências de publicidade são alguns dos locais onde o profissional pode trabalhar. Além disso, calcula-se que 30% dos relações públicas atuem como autônomos e 10% tenham negócios próprios.

Fonte: Estado de Minas – www.uai.com.br –01/01/08

www.conferp.org.br – acesso 12/01/2008

 

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